Alô, Alô, Bom Dia!

Você está bem, hoje?

Quero falar com você, um pouco sobre mudanças.

Este é sem dúvidas um assunto delicado, mas através dele, provoco uma reflexão sobre uma grande insensibilidade de pessoas que querem a todo custo, mudar aos outros.

Já sentiu ou presenciou algo assim?

Vou descrever aqui alguma situações que acontecem frequentemente, por aí.

Sabe, aquelas as críticas construtivas?

Elas são bem-vindas é claro, porém tem que se esperar um momento certo para fazê-las.

Para isso é importante saber quando e como e o que isso poderia acrescentar à vida de outra pessoa e não para que ela se adapte ao que você espera dela.

Afinal de contas, as pessoas são o que são, é possível melhorar alguém culturalmente, em questão de etiqueta e comportamento, mas isso é acrescentar “qualidades” a ela e não mudar.

Mudar significa retirar a essência. Quando se tentar fazer isto com certeza você vai machucar, aniquilar e certamente não irá conseguir e de tanto querer mudar acabará perdendo.

A única pessoa que pode promover mudanças em sua vida é a própria pessoa, ao outro cabe apenas aceitar como elas são, e agregar alguns valores de ajuda.

Cada um tem sua história, suas marcas e cicatrizes, talvez muitas delas formadas por tentativas inúteis de mudanças desnecessárias.

Por isso pense muito bem ao criticar, acredito que colorir com um elogio ou incentivá-la a mostrar suas qualidades seja bem melhor.

Mudar as outras pessoas não é uma condição para você ser feliz.

Na verdade, não mudamos as outras pessoas, mas a nossa prepotência faz com que nos empenhemos em querer mudá-las ao nosso julgamento.

Ao tentar controlar e mudar as outras pessoas, quebramos a harmonia dos relacionamentos. Ao fazer isto, nos tornamos chatos, petulantes e companhias desagradáveis.

Queremos sempre que as pessoas digam o que queremos e da forma que queremos. Que ajam da forma como idealizamos, se vistam como julgamos adequado.

Isso é um sinal de prepotência e só leva a uma permanente frustração numa empreitada infrutífera de querer as pessoas ao nosso modo.

Isso também nos impede de apreciar a riqueza de cada pessoa e de aprender importantes lições em cada interação, já estamos tão preocupados em mudar e controlar a pessoa que sequer percebemos a beleza que temos à nossa frente.

Querer mudar outra pessoa para se adequar ao nosso jeito é um sinal de perfeccionismo, mas também um sinal de insegurança.

Aceitar o mundo como ele e as pessoas como são é sim uma condição para ser feliz.

Se você ainda não se deu conta que é necessário serenidade para aceitar a outra pessoa com suas qualidades e “defeitos”, faça esta pequena, mas poderosa oração da serenidade.

“Concedei-nos, Senhor, a Serenidade necessária para aceitar as coisas que não podemos modificar. Coragem para modificar aquelas que podemos, e Sabedoria para distinguir umas das outras”.

Pense nisso e tenha um feliz bom dia, hoje.

Um grande abraço e …

Até a próxima!

By Sigmar Sabin

Sou Sigmar Sabin, um aprendiz da vida.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

×