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Alô, alô, bom dia.

Qual é a diferença entre uma mente aberta e uma mente fechada?
Como isso influencia na vida de uma pessoa?
O que acontece com bastante frequência é de encontrarmos pessoas que se mantêm firmes em seus modelos mentais e de pensamentos, sem se abrir para novas experiências.
Até alguns amigos próximos, que são relutantes para realizarem qualquer mudança, de se arriscarem a escutar opiniões diferentes daquela voz própria, porque acreditam que tudo o que se distancia dos seus padrões de percepção e pensamento é errado.
Vivemos e convivemos com pessoas de “mentes quadradas” que parece terem colocado “tapa-olho” em seu cérebro, negando a abertura mental e usando o que conhecem como uma espécie de escudo.
Quando digo mentes quadradas, me refiro às mentes inflexíveis que sobrevivem à rotina e se negam a se abrir para novas opções, novas experiências, novas ideias, novas opiniões.
Tenho certeza de que você também conhece alguma pessoa com esse perfil de pensamento e de personalidade.
O difícil é quando são familiares, amigos, colegas de trabalho com quem temos que nos relacionar a cada dia.
É complicado sermos conscientes da grande quantidade de muros que existem neles.
Agora vem a pergunta inevitável: Como não ser uma mente fechada?
Primeiro, ter a consciência de não somos os “donos da verdade”. Que o mundo muda rápido, que verdades há muito tempos, estabelecidas como absolutas, podem mudar de uma hora para outra. Que o mundo todo evoluir, rápido e constantemente.
Refletir, quando insistimos defender nossas ideias como as únicas certas, se não podemos já estar enganado.
Por isso valem algumas estratégias para manter uma mente aberta.
Levar em consideração que é possível a gente mesmo ser o exemplo de uma pessoa que saiba manter a abertura mental e manter-se distanciado do molde que esculpe esses cérebros geométricos voltados para seus próprios interesses, tomados pelo medo de mudanças.
Também precisamos entender que pode ser que exista e resista em nós mesmo uma ou outra parte que não se curvou completamente para tal abertura. Porque cada um nós temos algum “pequeno” medo e que nos mantem numa reduzida “zona de conforto” da qual é muito difícil de sair.
Questione-se: Você é capaz, por exemplo, de aceitar opiniões diferentes da sua?
Você acha que os seus princípios, as suas opiniões e crenças são sempre as verdadeiras?
Aceita o desconhecido e admite o inesperado?
É capaz de concordar com uma ideia a opinião de alguém que você sempre considerou adversário ou contrário à suas crenças?
E então?
Como você se avalia?
Acredita que precisa mudar algo?
Eu sempre estou procurando mudanças. Acho necessário mudar sempre.
Pense nisso hoje.
Tenha um bom dia.
Até a próxima.

By Sigmar Sabin

Sou Sigmar Sabin, um aprendiz da vida.

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