Alô, alô, bom dia.

Começando com um questionamento: Você já foi julgado por alguém?
Eu me adianto e respondo: Sim, tenho certeza que sim.
Agora outra questão: Algum desses julgamentos você considera que foram injustos?
Também tenho certeza que sim.
Agora a questão crucial nesse meu questionamento: Quantas vezes você se julgou e julgou menor de quem você realmente é?
Como diz Nathaniel Branden que foi um psicoterapeuta e escritor canadense-americano conhecido por seu trabalho na psicologia da autoestima: “De todos os julgamentos, o mais importante é o que fazemos sobre nós mesmos”.
Trago esse tema, porque acredito que você é um ser humano espetacular. Uma dessas pessoas que fazem o mundo ter um significado especial para muitas pessoas.
Afirmo isso sem o menor medo de cometer um erro.
Porém, a minha pergunta a você: O que você pensa sobre si mesmo(a)?
Você concorda com a minha afirmação, ou a contesta, com alguma explicação que diminuem você, diante do que eu afirmei?
Antes de entrarmos numa discussão. Aliás nem é o objetivo aqui, quero compartilhar um pequeno conto que recebi estes dias e mostrou-me uma forma muito interessante, sobre como devemos manter elevada nossa autoestima.
Me acompanhe:
Conta-se que em um reino distante no oriente, havia um jovem operário, chamado Chiang, que trabalhava o cobre, fabricando peças delicadas e muito bonitas, que vendia no mercado da cidade. Ele gostava da vida e tinha um boa autoestima. Apenas lhe faltava encontra uma boa mulher para ser sua esposa.
Um dia, um mensageiro do rei, veio anunciar que o monarca desejava encontrar um home para se casar com sua filha. Mas desejava que o homem que se casasse com ela, tivesse a melhor autoestima do reino. No dia combinado, Chiang, foi ao palácio, onde se viu no meio de vários jovens pretendentes a se casar com a moça.
O governante daquele reino, recebeu a todos e solicitou que seus criados dessem cinco sementes de flores a cada um dos pretendentes e depois lhes disse para voltarem na primavera com um vaso de flores originadas daquelas sementes.
O jovem Chiang, plantou suas sementes, cuidou bem delas, porém nada nasceu, nenhum brotinho sequer, muito menos flores.
No dia combinado da apresentação do resultado, ele pegou seu vaso e foi até o palácio. Onde novamente encontrou-se com centenas de outros pretendentes, que carregavam vasos cheios de flores muito belas. Enquanto zombavam do jovem Chiang, com seu vaso de terra, sem flor.
O monarca ordenou que todos passassem diante dele, um a um e mostrassem seu vaso. Quando chegou a vez de Chiang, um pouco intimidado, diante do rei, disse: “nenhuma daquelas sementes, germinou, Vossa Majestade”. Ao que o rei respondeu: “Você fique aqui ao meus lado”.
Quando todos haviam se apresentado, o rei mandou todos embora, menos Chiang. E aí ele anunciou a todo o reino que este era o noivo escolhido para se casar com a princesa.
Foi uma festa nem igual naquele reinado. Chiang e a princesa viviam cada dia mais apaixonados e felizes.
Até que um dia Chiang foi até o rei, seu sogro, perguntar: “Vossa Majestade, por que eu fui o escolhido para ser o vosso genro, já que as minhas sementes não haviam brotado”. O rei lhe respondeu, que elas não poderiam brotar, por que ele as havia fervido durante a noite inteira, antes de entregá-las aos pretendentes. Assim, você foi o único que teve autoestima suficiente de si mesmo e dos outros, para ser honesto! Era este homem que eu desejava com esposo da minha filha!”
Portanto, em qualquer situação, ouse ser você mesmo. Reforce dentro de si a convicção de que você tem valor como pessoa. Não se julgue menor do que você é.
Pois, segundo Victor Hugo, “A maior alegria da vida é a convicção de sermos amados por nós mesmos, ou melhor, de amados apesar de nós mesmos.”
Pense nisso hoje.
Tenha um bom dia.
E até a próxima.

By Sigmar Sabin

Sou Sigmar Sabin, um aprendiz da vida.

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