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Alô, alô, bom dia.
Um dia, numa conversa sobre projetos de vida, um professor me comentou: não há grandeza no comodismo.
Imagine um rio que para de correr: ele fica estagnado, perde sua vitalidade e deixa de ser fonte de vida.
E nós não somos diferentes. Congelar é morrer em vida.
Você não nasceu para carregar eternamente os mesmos medos, as mesmas desculpas, os mesmos padrões. “Ah, mas eu sou assim” não é uma sentença – é uma rendição.
Desorganização, ansiedade, insegurança? São estados, não identidades. E estados podem ser transformados.
A evolução não é um destino; é a coragem de se reinventar todos os dias.
Não espere uma revolução épica. Na verdade, grandes mudanças são feitas de micro escolhas: um porcento melhor a cada dia.
Uma decisão mais consciente, um hábito pequeno, um pensamento que desafia o velho “eu não consigo”. Esses um porcento somados criam um ano trinta e sete vezes melhor.
Mas para isso, você precisa de um vício saudável: o vício em querer progredir.
Há pessoas que você precisará reapresentar a si mesmo, daqui a um ano.
“Uau, você está irreconhecível!” — não por superficialidade, mas por ter se permitido crescer.
O ontem não pode caber no hoje. Quebre ciclos, questione crenças, experimente o desconforto. A ansiedade não some por acaso; ela se dissolve quando você age apesar dela.
A desorganização não some com lamentações; some com um passo prático.
Não pergunte “quando” ou “como” — comece com “agora”. Troque o “eu sou” pelo “estou me tornando”.
Uma planta, por exemplo, não debate se deve crescer; ela simplesmente busca a luz.
Faça você, o mesmo. Hoje, escolha uma área da sua vida e dê um passo mínimo – mas definitivo, determinado, para frente.
E amanhã, repita isso.
Daqui a trezentos e sessenta e cinco dias, você não será “apresentado”. Você será celebrado.
Lembre-se, que, o mundo é dos que não param de evoluir.
E você já está a caminho.
Comece. Agora. Sem desculpas. O seu próximo “eu” está esperando você agir.
Pense nisso hoje.
Tenha um bom dia.
E até a próxima.

